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domingo, 10 de abril de 2011

VLT em Salvador

Assista o vídeo da campanha Eu quero VLT em Salvador e entenda por que devemos mobilizar Salvador nesta corrente pelo bem da cidade.



Declare o seu apoio no abaixo-assinado: peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=vlt

Cresce o apoio político pelo VLT em Salvador



Baseado no tema da Campanha da Fraternidade 2011, o líder do PT e coordenador da bancada católica na ALBA, o deputado estadual Yulo Oiticica, sugeriu que a Campanha da Fraternidade defenda como alternativa de mobilidade urbana para Salvador a utilização do Veículo Leve sobre Trilho (VLT), em detrimento do sistema BRT (corredores de ônibus).

“Além de menos poluente, o VLT tem a capacidade de transportar um número dez vezes maior de pessoas que o BRT. É inegável que o VLT é mais vantajoso que o BRT”, sugeriu Yulo. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) vem desenvolvendo um VLT como “trem padrão nacional” desde 2005. Trata-se de um sistema amplamente utilizado na Europa, Ásia e Estados Unidos como solução para o transporte de passageiros.

Na versão nacional, os VLT estão em implantação em Recife, Fortaleza, Natal e Maceió.“Infelizmente, a prefeitura cede à pressão dos empresários de transportes de Salvador, que diferente das demais cidades brasileiras, defende o sistema anacrônico do BRT, nome sofisticado para o velho e bom corredor de ônibus”, pontuou Yulo

Declare o seu apoio no abaixo-assinado: peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=vlt.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

BRT poderá prejudicar o Trânsito na Avenida Paralela




A terceira cidade mais populosa do Brasil e a única entre as grandes capitais brasileiras a não possuir metrô apostará, mais uma vez, na utilização de mais ônibus, para tentar solucionar os constantes congestionamentos na Avenida Paralela, a mais movimentada de Salvador. Em um projeto feito em parceria com os empresários de ônibus da capital baiana, a Prefeitura de Salvador pretende destinar as faixas, em cada sentido desta avenida, mais próximas ao canteiro central, para o uso exclusivo dos ônibus (veja a figura acima). Entretanto, o que deveria ser uma solução paliativa para os atuais transtornos poderá causar, em um curto prazo, justamente o efeito contrário: ainda mais congestionamentos.

Isso deverá ocorrer justamente pelo fato de as faixas que serão destinadas aos ônibus ocuparem as bordas do largo canteiro central desta avenida, impedindo que esta seja ampliada futuramente com mais faixas para os outros veículos.

Assim como ocorreu em outras cidades que implantaram o BRT, como por exemplo, Curitiba, Bogotá, etc., a superlotação dos ônibus e das estações se tornaram coisas comuns e é uma consequência deste sistema de baixa capacidade para transporte de passageiros quando comparado ao metrô ou VLT. O fato é que dificilmente os proprietários de carros serão estimulados a deixar seus veículos nas garagens e troca-lo pelo BRT para viajar numa condição tão adversa e insalubre.